Não basta apenas implantar o gerenciamento de projetos na organização, é necessário mostrar o seu valor para os negócios e objetivos estratégicos
quarta-feira, 7 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Dicionário Brasileiro de Prazos
Termos utilizados para comunicar as estimativas de tempo das atividades do projeto
Para evitar que estrangeiros fiquem 'pegando injustamente no nosso pé', está-se compilando o 'Dicionário Brasileiro de Prazos', que já deveria estar pronto, mas atrasou, do qual foram extraídos os trechos a seguir:
DEPENDE : Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer não.
JÁ JÁ: Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Ledo engano; é muito mais lento. Faço já significa 'passou a ser minha primeira prioridade', enquanto 'faço já já' quer dizer apenas 'assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito.'
LOGO : Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase 'Mas logo eu?', que quer dizer 'tô fora!' .
MÊS QUE VEM: Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses que vêm!
NO MÁXIMO : Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.
PODE DEIXAR: Traduz-se como nunca.
POR VOLTA: Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5 h.
SEM FALTA : É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer 'fique tranqüilo que amanhã eu entrego.' E depois do segundo atraso, 'relaxa, amanhã estará em sua mesa. Só aí é que vem o amanhã, sem falta.'
UM MINUTINHO: É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.
TÁ SAINDO: Ou seja: vai demorar. E muito. Não adianta bufar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo. Não entendeu? É para continuar a esperar? Capisce! Understood? Comprennez-vous? Sacou? Mas não esquenta que já tá saindo...
VEJA BEM: É o Day after do depende. Significa 'viu como pressionar não adianta?' É utilizado da seguinte maneira: 'Mas você não prometeu os cálculos para hoje?' Resposta: 'Veja bem.' Se dito neste tom, após a frase 'não vou mais tolerar atrasos, OK?', exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura.
ZÁS-TRÁS: Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário.
(autor desconhecido, conhecedor da cultura brasileira)
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Metodologia de Gerenciamento de Projetos - Methodware

Carlos Magno da Silva Xavier / Flavio Ribeiro Vivacqua / Otualp Sarmento de Macedo / Luiz Fernando da Silva Xavier
336 páginas
1ª edição - 2005
ISBN: 8574522228
- um exemplo de Plano de Gerenciamento de Projeto
- trinta e seis (36) modelos (templates) de documentos citados na metodologia
- guias práticos de como implementar a metodologia em dois softwares de gerenciamento de projetos do mercado: Microsoft Project e Project Builder
Governo do Espírito Santo cria PMO com status de Secretaria
24/04/2008 19:11 | Gerenciamento de Projetos
Governo amplia parcerias em gerenciamento de projetos
Nestor Müller / Secom
Ângelo Valle, Bergoli e Octaciano Neto da Segep ajustam as parcerias para o setor.
A equipe da Secretaria de Estado de Gerenciamento de Projetos (Segep) recebeu nesta quarta-feira (24) a visita do coordenador do curso MBA da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e presidente do Project Management Institute (PMI-RJ), Angelo Valle, para troca de experiências em gerenciamento e estabelecimento de parcerias.
No encontro foram discutidas ações para a realização, no Espírito Santo, de um Fórum Nacional de Escritórios de Projetos de Governo e para o lançamento de um livro sobre gerenciamento de projetos, com base na experiência do setor público estadual, previstos para 2008. Além disso, o PMI-RJ contribuirá na elaboração do programa de trabalho da Segep para os próximos 30 meses.
“O Governo do Espírito Santo está de parabéns pela criação da primeira secretaria estadual pública de gerenciamento do país, sinalizando claramente uma opção pela administração de resultados, via ferramentas modernas de gestão que ainda são mais comuns no setor privado”, afirma Ângelo do Valle.
Segundo Enio Bergoli, desde 2003 o montante de investimentos realizados pelo Governo do Estado cresceu trinta vezes, saltando de menos R$ 40 milhões para R$ 1 bilhão em 2008. “Nossa missão é monitorar os investimentos, através de ferramenta moderna, que é o caso do gerenciamento de projetos, para que as entregas à sociedade ocorram nos prazos estabelecidos e com qualidade superior”, afirma o Secretário.
Bergoli também explica que o monitoramento dos investimentos realizados pelo Governo do Estado tem como foco o desenvolvimento harmônico e equilibrado, entre todas as regiões capixabas. “Esse é um compromisso assumido por toda a equipe do governador Paulo Hartung”, afirma o Secretário.
Criada no início do mês de abril, a Segep é responsável pelo monitoramento dos projetos do Governo do Estado e tem como base a metodologia de Gerenciamento Estratégico Orientado para Resultados (GEOR). Esse método de trabalho permite o acompanhamento das ações do Governo em tempo real, o que possibilita agilidade no processo de tomada de decisões.
Além disso, a pasta coordena o programa Pró Gestão, que abrange o gerenciamento dos 19 projetos prioritários do Governo do Estado, com impactos nas áreas de saúde, educação, transporte, agricultura, segurança pública e outras. Esses projetos prevêem investimentos de R$ 3,2 bilhões, em quatro anos, o correspondente a cerca de 70% do orçamento de investimentos do Governo.
Fonte: http://www.es.gov.br/site/noticias/show.aspx?noticiaId=99680215
domingo, 27 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
Software livre que substitui o Microsoft Project
OpenProj é uma ferramenta de gerenciamento de projetos open source. OpenProj é um substituto para o Microsoft Project e outras soluções comerciais de gerenciamento de projetos. OpenProj é ideal para gerenciamento de projetos no seu computador e está disponível nas plataformas Linux, Windows, Unix e Mac. Ele pode abrir arquivos criados no Microsoft Project ou Primavera. Há uma versão do produto em Português.

